Archive for the ‘Porralouquices’ Category

Pela janela do avião

O assistente surtou, fugiu e ninguém sabe praonde.

Seria trágico se não fosse cômico. (@calmae feelings)

Alguém aí sabe o seu paradeiro?

Será que eu vou virar bolor?

Auto-retrato estúpido.

montagem-02

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Visitinha das Drags

Esse domingo meus amigos Drag Queens me visitaram no estúdio.

Fotos Diego Bresani

Drags da empresa Caixa Cênica  - Eduardo Dutra, Joabe Coelho,Joheber Duarte e Rogério Dornelles

Clique na imagem para ampliar.

MOntagem-AnjoDUDU---RostoJoeberJoabeRogerodancaDUDU---De-frentegrupo

lenco

zona

dupla-desmontagem

tira blusaultima

NUA e CRUA

sem maquiagem, sem tratamento.

nua e crua.

algunzes de nozes….

Integrantes da Magneto.

Fotografia – Diego Bresani

Vini-e-felipeGustavo-e-Ju

Dri-e-tunesMari-e-anelLucas-e-diegoPati-e-DanyHerbert-e-BetoJander-e-alineDafine-e-nelcinda

Lens… …Baby!!!

O Vini comprou uma Lensbaby pro estúdio. Eu fui com ela pra Paris.

Então… PARIS em uma Lensbaby!

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metrô

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lagim da Torre Eiffel

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Uma estupidez qualquer em uma praça qualquer

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Centre Pompidou

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Basquete

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esqueci o nome

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NotreDame

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homem levando seu cachorro para o coco matinal
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moça de casaco vermelho olhando o Rio Sena às 17:30 hs

Fotografia: Diego Bresani

Agradecimentos: Magneto Fotografia, Vini Goulart , Ada Luana, Juan Flávio Bresani e Ana Amélia Bresani.

Algunzes de Nózes – Caixinhas de Surpresas

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Algunzes de nózes

Integrantes da Magneto Fotografia.

Fotos: Diego Bresani

Clique na imagem para ampliá-la.

ADON-BLOG

Ádon Bicalho

LUCAS-BILLY-blog

Lucas Billy

Herbert-blog

Herbert 3D

Hora mágica

A melhor luz do dia é a de trinta minutos antes e trinta minutos depois do amanhecer e do entardecer. Os fotógrafos costumam chamar estes momentos de Hora Mágica. O tom dourado da luz que recai sobre os objetos, as sombras marcadas e os tons que o céu assume conferem um tom mágico, especial. Muito do que vemos no cinema é registrado neste momento, a maior parte das fotos da National Geographic também.

Com o trabalho pesado do estúdio, muitas vezes esquecemos de olhar pra fora e percebermos o que está à nossa volta. Quando Diego publicou o Imagens desnecessárias aqui no blog me deu um comichão. Essa é a parte boa de trabalhar com fotógrafos talentosos e gente inspirada, tudo que eles fazem nos estimula. Cada ação gera uma reação e o nosso trabalho é que cresce com isso.

Sempre gostei de arquitetura, talvez por minha mãe ser arquiteta. Fotografar arquitetura é inspirador, temos que buscar ressaltar o que o arquiteto pensou e, ao juntar arquitetura e hora mágica eu concebi esse ensaio, onde você pode entender como eu enxergo as coisas.

Todas as fotos deste ensaio foram feitas na hora mágica. Algumas antes do Sol se pôr, como nas fotos do Bolo de Noiva e do Procuradoria Geral da República, outras depois, como a foto que fecha o ensaio e foi feita da janela do meu apartamento. Algumas poucas foram registradas ao amanhecer, com predominância de magentas e tons suaves. Com vocês, a minha hora, a Hora Mágica!

Cliquem na imagem para vê-la ampliada.

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Jonathan Andrade - Dramaturgo e ator (Brasília 2009)

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Ada Luana - Atriz (Nova Iorque 2008)

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Diego Pizarro - Dançarino (Brasília 2009)

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Roustang Carrilho - Ator e Diretor (Brasília 2009)

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Ada Luana - Atriz (Nova Iorque 2008)

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Lucas Malta - Músico (Brasília 2009)

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Rodrigo Fischer - Ator e Diretor (Buenos Aires 2008)

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Márcio Minervino - Ator (Brasília 2010)

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Ada Luana - Atriz (Nova Iorque 2008)

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Martin Toro - Cineasta (Nova Iorque)

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Ernesto Carvalho - Antropólogo e Fotógrafo (Nova Iorque 2008)

(Retorvisor)

Triste, escura e úmida. Minha realidade é interna. Não me atrevo com o dos olhos para fora. As portas não me abrem nada. As janelas dão no desespero. Por horas, a angustia  é tamanha que esfolo meus dedos tentando me atravessar as paredes da minha consciência. Meu sonho é ser mais um tijolo.

Ainda se houver luz em algum fim, o caminho até lá será hostil o suficiente para me manter encasulado. Ousar seguir seria condenar meu ser ao flagelo de lâminas de insensibilidade e egoísmo. Por mais que se fale por aí de beleza, diversão e perfeição, não vejo esse rastro. Olho para cima está a morte, para o lado a injustiça, para baixo não sei se está de ponta-cabeça ou se é estranho assim mesmo.

Minha companheira comparte esse subterrâneo comigo. Ali vivemos palidamente inexpressivos. Vez por outra, uma lágrima sua cai na minha pele. É ácido que escorre por dentro. Como machuca saber que ela sofre das mesmas mazelas!

Sou fraco para tentar mudar. Imploro ajuda de não sei quem ou o quê. Pode ser mero reflexo. Pois, sinceramente, não sei se me interessa. Ainda não conheci uma vida invejável.

Pela fotografia, à minha maneira, tento algo. Não sei bem o quê. Nem onde vai dar. Certamente seguirei dentro de mim.

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13_Retrovisor(lágrima do meu amor)